sábado, 14 de março de 2020

SUPERMAN E LOIS LANE RETORNAM COM SÉRIE PRÓPRIA


Muitos fãs do Homem de Aço ficaram preocupados quando a CW (canal estadunidense da Warner Bros) anunciou a participação de Tyler Hoechlin como o super primo de Kara, na série Supergirl. Após a boa repercussão do ator, tanto como Clark Kent quanto seu alter-ego Superman, deu crédito para mais aparições do personagem no chamado Arrowverso, pois Superman retornou em outros episódios da super-heroína e ainda rendeu atuação no crossover Elseworlds, trazendo agora a Lois Lane. Fãs da jornalista também se preocuparam como seria a profissional ousada e que faz um importante par romântico com nosso heróis nas HQs e demais mídias. Com agradável surpresa a atriz Elizabeth Tulloch trouxe para o programa a personagem que não é só a mocinha que precisa ser resgatada e sim a corajosa mulher que serve como base e também como heroína para o kriptoniano.

Com uma boa química entre os dois personagens e tendo uma ótima aceitação do público em seus papéis, o casal retornou no crossover anual, em 2019, Crise nas Infinitas Terras, que reformulou todo o universo das séries da DC na CW. Todos esses pontos positivos entre ambos os consagrou para terem sua própria série e atendendo também os pedidos dos fãs os dois retornarão em breve. Essa série terá o foco central no lado familiar entre Clark, Lois e seus dois filhos (um foi apresentado no crossover do ano passado como o bebê Jonathan Kent e o outro ainda não revelado).


Imaginação do autor desta publicação:

Na série Batwoman, Bruce Wayne saiu de Gotham e ninguém sabe dele ou do Batman, fazendo com que sua prima vista o manto do morcego e seja a nova heroína da cidade. A estória da nova série da CW será focada em Clark, Lois e seus dois filhos. Imaginem que loucura seria se com o sumiço de Bruce Wayne o casal estivesse criando junto com Jonathan o jovem Damian Wayne (filho de Bruce com Talia Al Ghul).

Tem estória nas HQs que Clark e Lois criam juntos os adolescentes Jonathan Kente, com mesmos poderes de seu pai, e Damian Wayne, que assume o manto do novo Robin, onde ambos mantém relação de amizade ao estilo controverso de Clark Kent (Superman) e Bruce Wayne (Batman).

Sucesso a Tyler e Elizabeth nesse no trabalho e que toda a equipe envolvida nessa série nos proporcione uma boa obra com diversão, aventura e demais emoções ao estilo Superman e Lois de ser.


Jéferson Cristian
JC Heróis

CRISE NAS INFINITAS TERRAS FOI ADAPTADA PELA CW


Foto: site Rede Pará

    Criada no ano de 1986, nas HQs da editora DC Comics, a saga Crise nas Infinitas Terras, roteirizada por Marv Wolfman e desenhada por George Perez, contou a estória do confronto celestial entre Monitor e sua contraparte, o Antimonitor, desencadeando uma onda de antimatéria entre todos os universos mexendo com o passado, o presente e o futuro do multiverso. Tiveram os sacrifícios de Supergirl e de Flash, além da reestruturação do multiverso, que se fundiu em apenas um universo: a Terra Prime.

       No canal da Warner, onde as séries televisivas da DC são passadas, temos o conhecido Arrowverso, composto pelas seguintes séries: Arrow, Flash, Supergirl, Legends Of Tomorrow, Batwoman Raio Negro. Tirando a série da mulher-morcego e do super-herói de Freeland, as demais séries já tinham suas participações no crossover anual, sendo que a equipe Lendas ficou de fora da estória Elseworlds (que introduziu Batwoman), no qual a divindade cósmica nominada como Monitor utilizou do Livro do Destino para testar os super-heróis e as super-heroínas para prepará-los para a temível ameaça de uma diferente crise com proporções cósmicas que estava por vir. Esta crise assombrou por muito tempo a equipe do velocista escarlate, no qual Barry já preparava sua equipe para agir sem sua presença, já que desde da primeira temporada ele tinha em mãos a capa de um jornal do futuro escrito por sua esposa, Iris West-Allen, noticiando o desaparecimento do super-herói em uma crise.

            A DC não brincou em serviço e liberou todas as licenças necessárias autorizando a CW a utilizar todas as personagens da produtora, incluindo séries vindouras desde a década de 1960 até as atuais. Teve espaço para todos os tipos de homenagem, dentre elas Smallville, universo dos filmes e série do Batman (dentre elas de Batman & Robin, da década de 1960), Bird Of Prey (versão de Aves de Rapina na TV), Lúcifer e até participação de outras versões do Flash (interpretado pelo atores John Wesley Shipp, The Flash da década de 1990 e Ezra Miller, do filme Liga da Justiça de 2017)Tivemos participações interessantes e bem aproveitadas que não tiveram suas aparições forçadas nos episódios deste crossover. Além disso temos então a reunião de todos os super-heróis e seu elenco secundário que ajuda e muito os e as protagonistas durante essa união anual das séries.

             Ao meu ver os roteiristas, direções das séries envolvidas e demais equipe técnica, além dos atores e das atrizes envolvidas nesse mega evento, foram muito felizes com a adaptação deste arco. Para quem já tinha lido nas HQs algumas das situações acontecidas durante a estória já eram aguardadas, mas as demais situações adaptadas para a TV não tirou a magnitude de todo o projeto desde seu início até o seu fim. As partes cômicas e as partes mais dramáticas foram de plena inteiração proporcionando aos e às fãs, tanto dos quadrinhos quanto somente das séries, uma verdadeira estória de ação que nos fez realmente torcer para que os super-heróis e as super-heroínas conseguissem vencer um inimigo com poderes divinos. Agora que todos e todas estão no mesmo universo, aguardemos os próximos episódios onde, quem sabe, possamos ver uma maior inteiração entre as personagens das séries além do crossover anual.

Jéferson Cristian
JC Heróis

quinta-feira, 12 de março de 2020

A SAGA DO ARQUEIRO CHEGA AO FIM


Chegou ao fim a jornada do herói que iniciou uma solitária jornada em torno de nomes desconhecidos em uma caderneta e acabou dando uma abertura para todo um universo que trouxe heróis, heroínas, super-heróis, super-heroínas, vilãs e vilões com poderes e sem poderes, mas com tecnologias perigosas. Isso se deu com a criação do tão conhecido Arrowverso, que é o universo compartilhado da DC Comics na televisão através do Canal Warner (Chanel Warner ou sua sigla CW), que iniciou com a série Arqueiro (Arrow) no ano de 2012 e deu sequência através dos spin-offs de Flash e Lendas do Amanhã (Legend Of Tomorrow) e em seguida com as aquisições das séries Supergirl (originalmente da emissora CBS) e recentemente de Raio Negro (Black Lightning).

Durante sete temporadas Oliver Queen tentou evoluir do seu início como justiceiro para se tornar um herói iniciando uma solitária jornada, que ao longo dos episódios foram tendo boas aquisições que trouxeram mais evolução para a série, contando com enredos controversos que as vezes agradavam algumas pessoas e não agradavam outras. Tivemos as tentativas de envolvimentos do protagonista com algumas mulheres até chegar em sua real relação de amor, Felicity Smoak (incrivelmente interpretada pela atriz canadense Emily Bett Rickards), fazendo que deixássemos nosso lado “fãboy” das HQs, onde o real interesse do arqueiro era a Canário Negro de Laurel Lance, para torcermos pelo casal “Olicity”. Nessas sete temporadas, junto com os crossovers, temos então a inteiração de Oliver com demais personagens de outras séries em aventuras anuais que o faziam não apenas salvar sua cidade e, agora, também, o planeta e até o multiverso, como pudemos acompanhar no último crossover que iniciou em dezembro de 2019 e se encerrou em janeiro de 2020 com a Crise nas Infinitas Terras, que serviu também como encerramento do arco do protagonista da primeira série que deu origem ao universo compartilhado da DC.

Chegamos então na oitava e última temporada de Arrow, na qual sete episódios são uma homenagem às sete temporadas anteriores, nos proporcionando uma ótima nostalgia e nos agraciando com o retorno de personagens que fizeram parte das estórias do nosso herói e sua equipe, conhecida como Time Arqueiro (Team Arrow). O episódio oito nos coloca no quarto episódio do crossover Crise nas Infinitas Terras e o nono episódio nos situa no ano de 2040, com o possível spin-off Arqueira-Verde e as Canários (Green Arrow and the Canaries).

Mas acredito que a mais difícil para os roteiristas foi o décimo e último episódio. Como encerrar o arco do Arqueiro-Verde e dar um precioso enredo final para terminar a série sem ter o protagonista na estória, considerando que ele estava morto? E a equipe técnica foi lá e mostrou do que era capaz, nos maravilhando com um emocionante e empolgante fechamento para todas as personagens e ainda conseguindo realizar um digno e tão aguardado final feliz ao casal da série. O interessante deste último episódio foi também o resgate de um importante elemento que perdurou por muito tempo no show, até a quinta temporada, o flashback, que mostrava o que acontecia no passado de Oliver Queen enquanto era considerado morto no momento em que se passava a estória na atualidade do episódio.

Parabéns a todos e todas que se envolveram nessas oito temporadas e que essas pessoas tenham muito sucesso nos novos projetos aos quais estão se engajando.

Jéferson Cristian
PAMPA NERD