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Já imaginaram
como seria viver em um mundo onde existem super-heróis e super-heroínas
defendendo a nossa humanidade de seres que tentam fazer o mal contra as pessoas
em geral? Seria muito tri, né? Mas já pararam para pensar que para todo o herói
tem um vilão a sua altura? Se não é com compatibilidade de superpoderes é por
tecnologias altamente avançadas para se igualar a seu oponente. Em Batman Vs
Superman: a Origem da Justiça até temos a visão de Bruce Wayne na luta do filme
anterior Homem de Aço, onde os dois kriptonianos causam destruição e mortes por
conta da batalha que estão travando. Temos também o General Ross, em Capitão
América: Guerra Civil, mostrando aos Vingadores cenas de suas batalhas que
causaram medo nas pessoas pelo mundo tem ao viver em um planeta onde pessoas
com superpoderes e alienígenas existem.
Com um olhar destes a DC, em
parceria com a emissora de televisão NBC e Warner Channel, lançou em fevereiro
de 2017 a série Powerless, na tradução livre Sem Poderes. Como primeira obra
televisiva da produtora no gênero da comédia, Powerless conta a estória de Emily
Locke, uma jovem que tem o cargo de Diretora de Pesquisa e Desenvolvimento da
Wayne Security, uma subsidiária da Wayne Enterprises, que se especializou na produção
de equipamentos de proteção para pessoas comuns que presenciam as épicas batalhas
entre super-heróis e vilões. Emilly coordena uma equipe de criadores destes equipamentos,
criando uma amizade entre eles e tendo ainda que aturar os desmandos do seu
chefe, Van Wayne, primo de Bruce Wayne. A estória se passa em paralela aos
quadrinhos e para fãs de east-eggers acaba sendo um programa que chama muita atenção
quanto a isso. Mas com baixos recursos e com um elenco que não agradou o
público e nem as produtoras envolvidas, o programa teve sua primeira e única
temporada cancelada em 11 de maio do mesmo ano, na qual a emissora nem sequer
passou os três últimos episódios, que foram transmitidos a partir do dia seguinte
pela emissora TVNZ OnDemand, na Nova Zelândia. Pontos positivos: a abertura do
programa, que mostra cenas dos super-heróis nas HQs e dentre as pessoas que aparecem
nos desenhos estão inseridos as personagens do show e as reflexões sobre
questões que temos na vida real em relação de como é ser um super-herói ou de
imaginar se estes tem uma vida secreta ou não quando não estão em atos heroicos.
Mesmo assim a série foi interessante
em nos trazer o olhar de como é ser uma pessoa comum, sem poderes ou acesso a
recursos tecnológicos e com alto avanço de treino em lutas, vivendo em um
universo onde seres alienígenas, atlantis, velocistas, amazonas, dentre outros,
estão sempre entre a infinita batalha entre o bem e o mal.
Jéferson
Cristian
Pampa
Nerd

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